terça-feira, 8 de março de 2016

PLANALTINA-DF: FÉ, FORÇA E TRABALHO


      Gostaria de começar agradecendo ao amigo Emerson Oliveira, também conhecido por Marlboro pela criação da arte da bandeira de nossa cidade e por ser um grande sonhador que não deixa de investir esforços e horas de trabalho para fazer sua parte por uma sociedade melhor.

 


   A simbologia e a linguagem visual sempre esteve presente na sociedade humana. Foi isso que inclusive uma das nossas primeiras formas de comunicação. Desde marcas e pinturas corporais que distinguiam uma tribo de outra, passando pelos estandartes dos impérios medievais até os modernos símbolos nacionais que distinguem um país de outro e criam um misticismo em torno desse simbolismo recheado de rituais e crenças.

 





 Grandes impérios tiveram símbolos bem desenvolvidos e propagados, como por exemplo o Império Romano, com sua bandeira do Senado; e a Alemanha de Adolf Hitler, com sua emblemática suástica, e o Comunismo Soviético com a forte cor vermelha e o machado e a foice.





  As religiões unem seus fiéis em torno destes mesmos símbolos e rituais. Os irmãos de cada religião se reconhecem desta maneira. O cristianismo e a cruz, o Islamismo e a lua e a estrela, o judaísmo e a estrela de Davi, o hinduísmo e a suástica, o taoísmo e o Yin Yang...


 Dan Brown explora muito bem a simbologia em seus livros.

 


 As organizações, marcas multinacionais, instituições, e os partidos políticos logo perceberam que para se alcançar o sucesso, a comunicação visual tinha que ser aprimorada e simplificada em símbolos que fossem de fácil assimilação do consumidor e de grande disseminação.




  Desta maneira os símbolos são essenciais para unir um povo em prol de uma nação, e se criar o sentimento de patriotismo.

  No japão, acredita-se que a bandeira nacional não pode tocar o chão enquanto for hasteada ou arreada, pois isso atrairia terremotos para o país.


 
O ato de queimar uma bandeira é considerado extremamente ofensivo e é repudiado em muitos países, sendo em alguns casos considerável crime passível de prisão do autor do delito.

  No Brasil temos quatro símbolos nacionais: a Bandeira Nacional, as Armas Nacionais, o Selo Nacional e o Hino Nacional.




  As vezes você deve pensar, "quanta besteira!" ou, "para que essas bobeiras?"... Bom, na verdade tudo isso tem um sentido. O fato de existirem símbolos nacionais e eles deverem ser respeitados e honrados é no intuito de gerar um sentimento de unidade e orgulho patriótico.

   Uma nação deve se reconhecer como irmãos ao olhar para uma bandeira nacional, ou cantar o hino, que deve representar os valores históricos, uma visão utópica de país e o conjunto de crenças ideológicas que formaram aquele Estado.

    Quantos de nós alguma vez já não enchemos os olhos de lágrimas ao ver um estádio lotado cantando e nos juntamos àquela voz de milhares comovidos por um ardor no peito bradando as palavras do hino como em um grito de revolta pelas coisas que acontecem no nosso país hoje e na vontade sonhadora de poder ver um dia um Brasil como a letra do hino retrata: de amor e esperança.

   Pois bem, se um símbolo é capaz de unificar uma nação inteira, imagine o que é possível fazer com uma realidade menor: uma cidade ou estado.

  O Rio Grande do Sul é um excelente exemplo de honradez à bandeira estadual e observância aos costumes tradicionais, unificando o povo gaúcho em torno de um só propósito. O Hino Rio-Grandense ainda é entoado nas escolas, ensinando a juventude seus valores, e em solenidades do estado, retratando as épocas de revolta e a luta pela liberdade.

 


 Por isso, caros amigos leitores, é importante que valorizemos nossas raízes e nossos símbolos que nos unificam.

 


Idealizo um dia em todos os Planaltinenses reconhecerão sua bandeira e investirão esforços coletivos para construir uma cidade soberana e torná-la cada vez melhor independentemente de qualquer governante que esteja no poder.

O poder vem do povo.



segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

IMPOSTO DE RENDA 2016 E A CULTURA DOS MONTES

Com a desculpa de "precisar de dinheiro" pra financiar a urbanização, a saúde e educação é que essa "maravilha" de imposto existe.

E parece que as coisas não estão funcionando muito bem, desde que foi criado em 1922 o imposto de renda aparentemente não tem contribuído para que tenhamos esses serviços de boa qualidade e uma vida social menos conturbada e aglomerada.

 Somos destinados na maternidade do hospital à cultura dos montes. A vida em comunidade no Brasil hoje é insuportável. A convivência amontoada forçada nos sentencia ao sofrimento desde nossas primeiras fase da vida severina brasileira, até quiçá ao leito de morte. Pouco serviço, pra tanta gente. Falta espaço em nossos 8 milhões e meio de quilômetros quadrados.






Parece que a sina do Brasileiro é viver aos montes em alguma fase da sua vida. Na escola "estudando" e depois disputando vagas no vestibular, indo ao trabalho amontado no transporte público ou então dentro do próprio carro amontoado em rodovias e avenidas congestionadas.

Como espermatozoides aos milhões, buscamos chegar a frente dos outros para sairmos do ciclo vicioso, e nos destacar entre a multidão de brasileiros, onde possamos ter um pouco mais de espaço privado.

Condomínio fechado, piscina privativa, camarote open bar, motorista particular, assentos de primeira classe, convite exclusivo, roupas sob medida, menu personalizado, pacote VIP, helicópteros e lanchas.

Falando em condomínio fechado, nossas prisões vão de mal a pior. Não punem, não reeducam e não servem para nada a não ser tornar mais perigosos os "ladrões de galinha" que convivem amontoadamente com homicidas e degenerados de toda a espécie.

Acusado de egoísta as vezes me defendo justificando que não gostaria de ser obrigado a escutar a música que algum imbecil está ouvindo no último volume em algum equipamento eletrônico.
Nos falta respeito mútuo, mas acima de tudo, nos falta respeito por parte do Estado.

Sufocados pela coletividade insustentável o Brasil se afoga em sua multidão de 594 Deputados e Senadores e mais uma horda de assessores, prefeitos, secretários, promotores, procuradores, delegados, juízes, agentes, analistas, vereadores e ministros que não conseguem nos desafogar de nós mesmos.

E por fim nossa sina é morrer aos montes nos hospitais lotados. Por que um bom Brasileiro paga seus pecados ainda em vida. 

Bom, pelo menos (por enquanto) nos cemitérios os túmulo ainda são individuais.











Não se preocupe, o país nunca esteve tão bem em sua história.